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GCMs expostos ao ridículo por cumprir ordem do Comando Geral.

Ao assumir o Comando Geral da GCM, o Inspetor Menezes se preocupou somente com as questões "internas corporis", em especial para ombreado com o Sindguardas elaborar um plano de carreira que não atendeu a Instituição no geral e para solicitar transferência de GCMs naquilo que lhe parecia correto.

A cidade de São Paulo, com uma Guarda Civil Metropolitana que completa em setembro 30 anos e possui mais de 6.000 integrantes, armada, com viaturas oficiais, uma rede de rádio excelente, um call center e um videomonitoramento dos melhores do mundo, teria condições de realizar com primazia a segurança da cidade no viés preventivo, mas para isso necessário seria um PLANO DE SEGURANÇA PÚBLICA MUNICIPAL que, infelizmente, o Comando por absoluta incompetência e falta de humildade para somar com os demais integrantes não o fez.

O resultado não poderia ser outro, senão exatamente o que estamos vendo nas mídias: a exposição dos nossos GCMs, da GCM e da PMSP ao RIDÍCULO. Mas, "se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve", como bem disse Shakespeare.

Fica cada dia mais evidente que falta no Comando MÃO DE DIREÇÃO, percebe-se que ele toma atitudes "à pedidos" e não por convicção, haja vista sua entrevista que imputou ao Chefe do Poder Executivo seu cumprimento de Ordem para a Instituição nesse caso de pessoas em situação de rua e risco.

Numa Instituição uniformizada, hierarquizada e armada, toda ação é feita por Ordem, daí pergunto:

1 - A quanto tempo a GCM, POR ORDEM, desenvolve essa ação flagrada pela mídia?

2 - Essa ação está certa ou errada?

3 - Quem é o responsável por essa exposição ridícula dos GCMs, da GCM e da PMSP?

É importante ressaltar que para se safar de responsabilidades como de costume, é possível que o Comandante Geral da GCM mande "apurar as irregularidades cometidas pelos GCMs" a fim de puni-los e sair impune, mas, nós da AAPOL estaremos acompanhando de perto essa situação e iremos observar qual será a atitude da Corregedoria em face do Comandante Geral, para depois avaliarmos se há tendência ou se ela, como traz a Lei, é independente. Temos dúvidas.

A exemplo do Ministério Público Estadual, que abriu inquérito para apurar o acontecido, gostaríamos que a Corregedoria da GCM, com a mesma presteza com que apura questões dos GCMs menos graduados, apure com rigor esse fato envolvendo seus mandantes de escalão superior. "Bater no mais fraco é fácil e corriqueiro". Vamos observar o quanto essa Corregedoria é autônoma e séria.

O Comando precisa de mão de direção urgente, já que o atual Comandante Geral da GCM, que está há quase três anos no cargo, mostra-se cada dia mais insuficiente para isso, preocupando-se somente com honrarias pessoais.

Eliazer Rodella
Presidente da AAPOL

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